A recomendação assinada pelo promotor Wendell Beetoven foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de ontem e pede que o titular da Deprov instaure “inquérito de todos os crimes de furto e roubo de veículos automotores cometidos no território do município do Natal, independentemente da recuperação dos bens subtraídos ou da identificação do autor da infração penal, concluindo-os no prazo e forma legais”.
O promotor afirma ainda que o responsável pela delegacia tem dez dias para responder a solicitação. O delegado titular da Deprov, Frank José Albuquerque Silva, ainda não foi notificado oficialmente sobre a recomendação do MPE, no entanto, afirmou que é praticamente impossível acatar os pedidos do promotor. “Não posso dizer que não vou aceitar as recomendações, mas é muito difícil que isso aconteça. Não tenho condições materiais e humanas para tanto”, disse Frank.
O delegado explicou que não entendeu a recomendação do MPE, pois, segundo ele, as más condições de trabalho na Deprov já foram explicitadas em pelo menos dois memorandos encaminhados à Delegacia Geral da Polícia Civil (Degepol). Num dos documentos, Frank Albuquerque explica que a Deprov precisa de, no mínimo, mais três escrivães, quatro policiais civis e um computador para o cartório. “Hoje, nosso efetivo, para todo Estado, é composto de três delegados – um deles de licença médica –, seis agentes – um com dengue – e três escrivães. E corro o risco de perder um dos escrivães que, ao que tudo indica, será transferido para outra delegacia”, pontuou. “Todas essas dificuldades já foram relatadas anteriormente”, acrescentou.
fonte TN online
Antidemocrático,
abusivo, equivocado, um erro por cima do outro. É assim que o Sindicato
dos Servidores da Administração Indireta do Estado (Sinai/RN) vê o
pagamento do popular “auxílio-paletó” também aos membros do Ministério
Público do Rio Grande do Norte (MP/RN), conforme divulgou com
exclusividade o portalnoar.com nesta quarta-feira (12). Os valores,
inclusive, seriam um dos responsáveis por dificultar o pagamento de
benefícios já garantidos por lei aos funcionários públicos estaduais e
que, por não serem cumpridos, geram a insatisfação geral de funcionários
públicos e, também, as greves, como a do Detran, parado há quase um
mês. - See more at:
http://portalnoar.com/sindicato-critica-auxilio-paleto-e-um-desrespeito-aos-trabalhadores/#sthash.n9Bai030.dpuf
Antidemocrático,
abusivo, equivocado, um erro por cima do outro. É assim que o Sindicato
dos Servidores da Administração Indireta do Estado (Sinai/RN) vê o
pagamento do popular “auxílio-paletó” também aos membros do Ministério
Público do Rio Grande do Norte (MP/RN), conforme divulgou com
exclusividade o portalnoar.com nesta quarta-feira (12). Os valores,
inclusive, seriam um dos responsáveis por dificultar o pagamento de
benefícios já garantidos por lei aos funcionários públicos estaduais e
que, por não serem cumpridos, geram a insatisfação geral de funcionários
públicos e, também, as greves, como a do Detran, parado há quase um
mês.
“Para o Sinai, esse auxílio é abusivo e antidemocrático, porque foi
implantado judicialmente sem nenhuma discussão social. Além disso, é um
valor pago sem qualquer desconto no contracheque deles, o que piora
ainda mais a situação. É erro por cima de erro, um desrespeito aos
servidores”, afirmou o presidente do Sindicato, Santino Arruda, em
contato com o portalnoar.com.
Assim como na matéria publicada no início da tarde desta quarta, o sindicalista também questionou a legalidade do auxílio. “Era inicialmente pago aos parlamentares que moravam em Brasília, sob a forma de ‘auxílio-moradia’, depois foi estendido aos membros do judiciário e agora ao Ministério Público. Mas vemos como um erro da justiça brasileira. Como é que você mora em Natal, nunca saiu de Natal, que tem casa própria em muitos casos, recebe uma verba que é originária de um auxílio para moradia? Como se justifica isso?”, questionou.
Inclusive, conforme mostrou o portalnoar.com, realmente, esse pagamento aos membros do MP humilha os servidores públicos do RN, conforme apontou o líder do Sindicato. “É um desrespeito aos trabalhadores porque eles ganham um salário suado e muitas vezes não conseguem nem mesmo o que é de direito deles, como reajustes garantidos por Lei (como a Lei dos Cargos, Carreiras e Salários que foi aprovada em 2010, mas que ainda não foi implantada para todas as categorias do funcionalismo estadual) e confirmados na Justiça”, afirmou Santino Arruda.
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Santino
Arruda: “É um privilégio a quem já tem uma condição financeira bastante
saudável. E um privilégio pago pela população” (Foto: Alberto Leandro)
Assim como na matéria publicada no início da tarde desta quarta, o sindicalista também questionou a legalidade do auxílio. “Era inicialmente pago aos parlamentares que moravam em Brasília, sob a forma de ‘auxílio-moradia’, depois foi estendido aos membros do judiciário e agora ao Ministério Público. Mas vemos como um erro da justiça brasileira. Como é que você mora em Natal, nunca saiu de Natal, que tem casa própria em muitos casos, recebe uma verba que é originária de um auxílio para moradia? Como se justifica isso?”, questionou.
Inclusive, conforme mostrou o portalnoar.com, realmente, esse pagamento aos membros do MP humilha os servidores públicos do RN, conforme apontou o líder do Sindicato. “É um desrespeito aos trabalhadores porque eles ganham um salário suado e muitas vezes não conseguem nem mesmo o que é de direito deles, como reajustes garantidos por Lei (como a Lei dos Cargos, Carreiras e Salários que foi aprovada em 2010, mas que ainda não foi implantada para todas as categorias do funcionalismo estadual) e confirmados na Justiça”, afirmou Santino Arruda.
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Antidemocrático,
abusivo, equivocado, um erro por cima do outro. É assim que o Sindicato
dos Servidores da Administração Indireta do Estado (Sinai/RN) vê o
pagamento do popular “auxílio-paletó” também aos membros do Ministério
Público do Rio Grande do Norte (MP/RN), conforme divulgou com
exclusividade o portalnoar.com nesta quarta-feira (12). Os valores,
inclusive, seriam um dos responsáveis por dificultar o pagamento de
benefícios já garantidos por lei aos funcionários públicos estaduais e
que, por não serem cumpridos, geram a insatisfação geral de funcionários
públicos e, também, as greves, como a do Detran, parado há quase um
mês.
“Para o Sinai, esse auxílio é abusivo e antidemocrático, porque foi
implantado judicialmente sem nenhuma discussão social. Além disso, é um
valor pago sem qualquer desconto no contracheque deles, o que piora
ainda mais a situação. É erro por cima de erro, um desrespeito aos
servidores”, afirmou o presidente do Sindicato, Santino Arruda, em
contato com o portalnoar.com.
Assim como na matéria publicada no início da tarde desta quarta, o sindicalista também questionou a legalidade do auxílio. “Era inicialmente pago aos parlamentares que moravam em Brasília, sob a forma de ‘auxílio-moradia’, depois foi estendido aos membros do judiciário e agora ao Ministério Público. Mas vemos como um erro da justiça brasileira. Como é que você mora em Natal, nunca saiu de Natal, que tem casa própria em muitos casos, recebe uma verba que é originária de um auxílio para moradia? Como se justifica isso?”, questionou.
Inclusive, conforme mostrou o portalnoar.com, realmente, esse pagamento aos membros do MP humilha os servidores públicos do RN, conforme apontou o líder do Sindicato. “É um desrespeito aos trabalhadores porque eles ganham um salário suado e muitas vezes não conseguem nem mesmo o que é de direito deles, como reajustes garantidos por Lei (como a Lei dos Cargos, Carreiras e Salários que foi aprovada em 2010, mas que ainda não foi implantada para todas as categorias do funcionalismo estadual) e confirmados na Justiça”, afirmou Santino Arruda.
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Santino
Arruda: “É um privilégio a quem já tem uma condição financeira bastante
saudável. E um privilégio pago pela população” (Foto: Alberto Leandro)
Assim como na matéria publicada no início da tarde desta quarta, o sindicalista também questionou a legalidade do auxílio. “Era inicialmente pago aos parlamentares que moravam em Brasília, sob a forma de ‘auxílio-moradia’, depois foi estendido aos membros do judiciário e agora ao Ministério Público. Mas vemos como um erro da justiça brasileira. Como é que você mora em Natal, nunca saiu de Natal, que tem casa própria em muitos casos, recebe uma verba que é originária de um auxílio para moradia? Como se justifica isso?”, questionou.
Inclusive, conforme mostrou o portalnoar.com, realmente, esse pagamento aos membros do MP humilha os servidores públicos do RN, conforme apontou o líder do Sindicato. “É um desrespeito aos trabalhadores porque eles ganham um salário suado e muitas vezes não conseguem nem mesmo o que é de direito deles, como reajustes garantidos por Lei (como a Lei dos Cargos, Carreiras e Salários que foi aprovada em 2010, mas que ainda não foi implantada para todas as categorias do funcionalismo estadual) e confirmados na Justiça”, afirmou Santino Arruda.
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