No Hospital Regional
Tarcísio Maia em Mossoró-RN só vive quem tem que viver. A questão é que
uma amiga anônima que teve sua Vovozinha até então com 73 anos de idade
enferma devido uma queda em casa. Constatado pelos exames médico o
traumatismo craniano de natureza leve, precisou de cuidado médico
naquela unidade hospitalar, segundo a sua neta a senhora chegou na
unidade de saúde falando tudo brincando e com aspecto bom a primeira
vista.
A nossa amiga ficou como
acompanhante da senhora durante pouco mais de quinze dias revezando com
os parentes mais próximos em dias alternados. Pelo período de convívio
no interior hospitalar, quem teve parentes doentes e internado dessa
forma pode constatar que cria-se um vínculo efetivo, solidário e de
amizade entre pacientes e acompanhantes fora do normal haja vista, o
contato humano ser diário com cada qual tendo nas mais bruscas
necessidades imediatas, o prazer de ajudar um ao outro de forma que o
ciclo de amigos tende a crescer atingindo até os internos dos quartos
vizinhos.
Assim, a colega em
questão infelizmente passou por uma experiência incrível e inesquecível
como muitos outros pobres e sofrido seres viventes que precisar de
internamento em unidade hospitalar pública é por deveras um por todos e
todos por um.
Nome fictício como já foi
falado D. Raimunda foi internada com aspecto bom só que, com o passar
dos dias o quadro clínico se agravou a ponto de ter levado Senhora a
óbito, toda a família ficou sem saber o que tinha acontecido, de repente
quando se pensava em recuperação gradativamente veio a notícia da morte
da anciã! dizem por aí que a morte gera desculpas mas não acredito
muito nessa hipótese, temos sim que questionar e esclarecer as dúvidas,
porque nos hospitais particulares que atende pelo plano de saúde, o
atendimento são mais confiáveis? Enquanto que nos Hospitais públicos
tipo: Tarcísio Maia em Mossoró fica a sensação de negligência?
Desconfiança, sempre ficamos com o pé atrás, alerta. Se por ventura
fosse um rico a coisa não ficaria impune da forma que está! Há, mais
pobre não tem vez, nem voz quem se importa. Que Deus nos ajude. O pai
tenha de piedade de nós.
Passado o alvoroço,
tristeza no funeral, sepultamento e tal da Senhora, a vida continua e a
tendência é a normalidade dos fatos a final de contas os vivos tem que
sobreviver enquanto à vida na terra. O problema é maior do que se
imagina, estivemos recentemente com nossa amiga ex acompanhante da Vovó
que teve morte decretada no HRTM e a mesma comentou conosco que das 30
(trinta) pessoas internadas e conhecidas dos mesmos vinte gente, em
torno de 20 já se foram (morreram) não é para se preocupar? Estatísticas
nesse Hospital não tem? O que rola nessa unidade hospitalar?
Decididamente um Hospital que não salva, faz de conta que salva e nada
mais temos a declarar.
Para finaliza, uma das
sobrinhas de um dos colegas de trabalho nosso, com um coágulo na cabeça
também esteve internada no HTM e pelo conhecimento de enfermagem que
seu marido têm é evidente que não podemos provar nada disso apenas
comentar por não aguentar ficar calado; Se alguém tiver dúvida sente lá e
veja in loco e façam suas reais conclusões, Os mesmos perceberam que
uma ampola do medicamento era dividido para dois ou três pacientes
apesar do médico ter receitado uma dosagem correta. reclamado do fato
ao corpo de enfermagem deram como explicação sim, devido a falta de
medicamento na enfermaria (depósito) do Hospital não dar as dosagem,
aplicação para todos os doentes, as enfermeiras (os) fazem marabalismo
agindo de maneira, que consideramos errônea em vez de denunciar as
autoridades competentes tal feito ao Ministério público, ouvidoria
chamar imprensa local etc.
Assim entendemos porque tanta gente entra vivo e sai morto daquela unidade hospitalar sem explicação plausível, infelizmente.
É que no HRTM só vive
quem tem que viver. Também, sabemos que o mesmo caso não serve para
todos os pacientes que passa pela aquela unidade de saúde, sendo que
através de amizade lá dentro a coisa muda de figura com atendimento
diferenciado merecendo uma melhor atenção conforme o grau de amigos
dentro do quadro de funcionários do Hospital ou políticos da cidade,
evidente que deveria ser, os cuidados por deveras igual para todos
doentes hospitalares no Matadouro digo, Hospital enfim.
O Governo de todos que governa para poucos
Por: Iram de Oliveira, Aux. Tec. Em Edificações, Geógrafo mora em Mossoró-RN
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