Mesmo diante do quadro de crise vivido pelo Rio Grande do Norte, com
greves e ameaças de greves por parte de várias esferas da segurança
pública estadual, alegando falta de estrutura, a Força Nacional de
Segurança Pública (FNSP), responsável, aqui no estado, por investigar
casos de homicídios, deixou os solos potiguares única e exclusivamente
porque a governadora Rosalba Ciarline não renovou o prazo de permanência
da força tarefa aqui no estado. A informação foi confirmada ao
portalnoar.com pelo Ministério da Justiça, em Brasília.
De acordo com a assessoria de comunicação do ministério, a Força Nacional tem um prazo médio de três a seis meses de permanência em cada estado. No entanto, essa esse prazo pode ser renovado, caso seja solicitado pelo governador do estado em que a força esteja atuando. No caso do Rio Grande do Norte, segundo o Ministério da Justiça, a Força Tarefa deixou o estado porque a governadora Rosalba Ciarline não renovou esse prazo alegando não ser necessária a permanência da equipe policial nas terras potiguares.
Com isso, os inquéritos que estavam sob investigação dos policiais da força nacional, fora devolvidos para à Polícia Civil local. De acordo com o delegado Roberto Andrade, da Delegacia Especializada de Homicídios (Dehom), somente ele está a frente de 54 novos inquéritos em aberto de assassinatos para serem investigados. “Nosso processo de investigação vai ficar bastante prejudicado com isso. Não temos homens, nem estrutura suficiente para dar andamento a tantos casos”, acrescentou.
Segundo o delegado, os inquéritos que ainda não foram investigados, tampouco elucidados vão voltar para os arquivos das delegacias distritais e ficarão parados. “Quem vai investigar?”, questiona o delegado.
A força tarefa que era constituída por dois delegados, oito agentes e três escrivães, chegou ao Rio Grande do Norte com o objetivo de elucidar casos de homicídios cometidos até dezembro de 2007, que ainda aguardavam investigação. O grupo de investigadores da Força Nacional atuou até a última sexta-feira (9) no RN e foi deslocada para o estado de Alagoas e para o Distrito Federal.
fonte portal noAr
De acordo com a assessoria de comunicação do ministério, a Força Nacional tem um prazo médio de três a seis meses de permanência em cada estado. No entanto, essa esse prazo pode ser renovado, caso seja solicitado pelo governador do estado em que a força esteja atuando. No caso do Rio Grande do Norte, segundo o Ministério da Justiça, a Força Tarefa deixou o estado porque a governadora Rosalba Ciarline não renovou esse prazo alegando não ser necessária a permanência da equipe policial nas terras potiguares.
Com isso, os inquéritos que estavam sob investigação dos policiais da força nacional, fora devolvidos para à Polícia Civil local. De acordo com o delegado Roberto Andrade, da Delegacia Especializada de Homicídios (Dehom), somente ele está a frente de 54 novos inquéritos em aberto de assassinatos para serem investigados. “Nosso processo de investigação vai ficar bastante prejudicado com isso. Não temos homens, nem estrutura suficiente para dar andamento a tantos casos”, acrescentou.
Segundo o delegado, os inquéritos que ainda não foram investigados, tampouco elucidados vão voltar para os arquivos das delegacias distritais e ficarão parados. “Quem vai investigar?”, questiona o delegado.
A força tarefa que era constituída por dois delegados, oito agentes e três escrivães, chegou ao Rio Grande do Norte com o objetivo de elucidar casos de homicídios cometidos até dezembro de 2007, que ainda aguardavam investigação. O grupo de investigadores da Força Nacional atuou até a última sexta-feira (9) no RN e foi deslocada para o estado de Alagoas e para o Distrito Federal.
fonte portal noAr
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