O pedido de intervenção havia sido feito pelo Ministério Público do Estado, que questionou a legalidade da contratação do Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase) no dia 29 de outubro de 2012 para administrar a unidade por mais de R$ 2,4 milhões.
Em janeiro de 2013 a Inase pediu, pediu na Justiça, a rescisão de contrato alegando falta de repasse por parte do Governo do Estado. Questionado pela mídia, o Estado explicou que só repassava recursos para os serviços prestados comprovados.
O interventor escolhido pela Justiça para administrar o Hospital da Mulher foi o advogado Marcondes de Souza Diógenes Paiva, que após assumir fez a unidade funcionar relativamente bem e agora o Secretário Luiz Roberto quer manter a interdição por mais 90 dias.
Neste novo prazo, Luiz Roberto disse que vai convocar 221 do último concurso para capacitar e, assim, o governo do Estado assumir em definitivo a unidade. O secretário não descarta a possibilidade de ampliar a unidade com mais investimentos.
Serviço - Por mês são feitos cerca de 120 partos de alto risco no Hospital da Mulher, cerca de 25% da demanda em Mossoró. Os outros 75% são feitos na Casa de Saúde Dix Sept Rosado. As duas unidades são as únicas em todo Oeste do RN com estrutura para fazer partos de alto risco.
fonte defato.com
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